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过去6年巴西里约和圣保罗每年有2万多人死于空气污染
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巴西东南部的里约热内卢州和圣保罗州是巴西人口最密集的区域,两周加起来人口占了巴西的近三分之一。而这里,也是巴西空气污染最密集的地区,据巴西有关部分统计,在过去6年间,就有14万人死于空气污染。

空气污染的主要污染源是汽车,占了全部废气污染的75%。

弱弱地问一下,北京敢不敢公布下每年多少人因空气污染死亡?

关于圣保罗空气状况见本站另一文章

以下是视频全文:

Pesquisadores divulgaram estudo com números que preocupam muito sobre o impacto da poluição na saúde de moradores das duas maiores cidades do país, Rio de Janeiro e São Paulo. Mais de 135 mil pessoas morreram, em seis anos, por doenças provocadas pela má qualidade do ar.

A poluição do ar mata 14 pessoas por dia no estado do Rio de Janeiro. A área mais crítica é a Região Metropolitana. Em Nova Iguaçu e Duque de Caxias, a concentração de poluentes no ar chega a ser três vezes maior que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde.

A pesquisa realizada pelo Instituto Saúde e Sustentabilidade acompanhou as medições feitas por 30 estações que monitoram a qualidade do ar em 15 municípios do estado.

De acordo com a pesquisa, mais de 75% das emissões de poluentes em toda região metropolitana do Rio têm origem nos veículos automotores. Durante os seis anos do estudo, mais de 36 mil pessoas morreram em todo o estado por doenças atribuídas à poluição do ar.

Nesse período, mais de 65 mil pessoas foram internadas na rede pública com problemas causados pela inalação de poluentes.

“Risco de doenças respiratórias, risco de infarto, as grávidas são muito suscetíveis, as crianças, os idosos. Você tem uma população enorme exposta. Mesmo os saudáveis acabam inalando uma grande quantidade de substancias químicas que são nocivas à saúde”, alerta Hermano Albuquerque de Castro, diretor da Escola Nacional de Saúde Pública – Fiocruz.

Quem paga a conta é o contribuinte: R$ 82 milhões. Os pesquisadores já haviam medido a qualidade do ar no estado de São Paulo, onde a poluição chegou a estar 2,5 vezes acima do limite estabelecido pela Organização Mundial de Saúde.

Entre 2006 e 2011, mais de 99 mil pessoas morreram por doenças ligadas à poluição. O estudo também compara a qualidade do ar entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.

Entre 2007 e 2011, o Rio respirou um ar menos poluído todos os anos, exceto em 2011. Segundo os pesquisadores, menos de 2% dos municípios brasileiros contam com estações que medem a qualidade do ar.

Em todo o Brasil, são apenas 252. Nos Estados Unidos, são 5 mil. Na Europa, 7,5 mil. Mas o maior problema, é que o país utiliza há 25 anos os mesmos indicadores de qualidade do ar, muito menos restritivos que os atuais padrões exigidos pela Organização Mundial da Saúde.

“É perfeitamente compreensível que a mudança para o padrão final, até se chegar ao padrão da Organização Mundial de Saúde, tenha que ser uma mudança escalonada e em etapas. Mas, mesmo assim, ela não pode demorar”, afirma Evangelina Vormitagg, diretora do Instituto Saúde e Sustentabilidade.

A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental de São Paulo, Cetesb, informou que vem aplicando desde o ano passado, de forma gradual, os padrões recomendados pela Organização Mundial da Saúde. O Instituto Estadual do Ambiente do Rio e o Ministério do Meio Ambiente não comentaram o estudo.


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