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巴西警察用学校的免费午餐做烤肉被调查
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巴西人吃烤肉时出了名的,很多家庭家里都有烤炉, 居民小区几乎也都有烤肉的场地和器械。

但最近出了一件事关于吃烤肉的事情激怒了巴西人,圣保罗一城市的警察被怀疑挪用5000人份的学生营养午餐用来办私人party,做烤肉。

但是该市的市长否认挪用学生的营养午餐,说只是刚好在做营养午餐的地方做烤肉食材。

具体情况还在调查中。

No interior de São Paulo, funcionários da prefeitura são suspeitos de desviar alimentos da merenda escolar para fazer churrascos em casa.

As investigações indicam que os servidores levavam as carnes nobres e deixavam para os alunos o que sobrava. A “farra da merenda” está sendo apurada pela polícia e pela Câmara dos Vereadores do município de Batatais.

A denúncia partiu das funcionárias da cozinha-piloto, onde são preparadas as merendas das escolas públicas. Segundo elas, servidores municipais, inclusive secretários e uma vereadora, desviavam alimentos para festas particulares.

As merendeiras citaram um almoço, para 500 pessoas, feito com comida que deveria ser entregue aos estudantes.

Até bolo de aniversário para filho de funcionário público saía da merenda. Enquanto isso, o cardápio dos alunos da rede municipal sofreu mudanças. “Falam que teve um remanejamento, que ao invés de servir a carne era uma salsicha com batata, arroz”, afirma Andressa Furin, da Comissão de Investigação da Câmara (PT).

A polícia abriu inquérito e já ouviu funcionários do alto escalão. O Ministério Público espera o resultado das investigações para denunciar os envolvidos. “Eles poderão ser punidos tanto na esfera civil como na esfera criminal. Na esfera civil, por ato de improbidade administrativa e na esfera criminal porque isso pode caracterizar crime de peculato”, explica Alexandre Padilha, promotor de Justiça.

Na lista de controle de saída de alimentos, feita a lápis e caneta, aparece com frequência o nome “Entidade Raimundo”. Segundo a comissão de investigação da Câmara, é uma referência ao secretário de Administração Raimundo Fernandes.

A sindicância aberta pela prefeitura para investigar as denúncias concluiu que houve, sim, a retirada de alimentos da cozinha-piloto. Mas, segundo o prefeito de Batatais, não houve desvio de merenda escolar.

A prefeitura diz que o erro foi estocar e preparar refeições para outras secretarias na cozinha-piloto, onde só deveriam ser produzidas as merendas para os alunos. “São entidades que são atendidas na cozinha-piloto sem sair da verba, do recurso, da dotação do Pnae ou de convênio estadual”, destaca Eduardo Oliveira, prefeito de Batatais (PTB).

O prefeito também nega que o cardápio dos alunos tenha perdido em qualidade. “As nossas crianças comem muito bem”, afirma o prefeito de Batatais.

Na sindicância da prefeitura, a única punição foi o afastamento de uma funcionária da cozinha, responsável pelo armário onde ficam os alimentos.

O secretário de Administração, Raimundo Alves Fernandes, disse que autorizou a liberação de alimentos mas, segundo ele, apenas para distribuição nas entidades atendidas pelo município. Ele nega que tenha pedido comida para consumo próprio ou para festas particulares.


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